Sem promessas este ano
nada de listas, nada de planos
sem enganos
nem meias verdades nem mentiras inteiras
apenas realidades passageiras
nada de juras ou conjecturas
só intensidades puras
(Ah, eu prefiro seres amórficos
do aqueles sujeitos organizados
– metodicamente –
em tópicos)
Sem simpatias, sem rituais
tampouco palavras levianas ou gestos triviais
nada de banalidades ou formalidades
só um seguir
um devir
sem começo, sem meio e sem fim
Mas nada prometo...
muito menos que será assim!
Nenhum comentário:
Postar um comentário